Oficina de teatro dá noções de improvisação e desinibição

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Atividade acontece neste sábado (01), no projeto Casa da Amizade, com entrada gratuita.

A atriz Michelle Dayane coordena os trabalhos

Neste sábado (01), às 10 horas, o Grupo Auê oferece oficina de introdução ao teatro no projeto Casa da Amizade. A oficina é gratuita e aberta ao público. 
 
A atividade faz parte do projeto Ó o Auê aí ó que percorreu a periferia de Rio Claro desde fevereiro deste ano e agora oferece mais três oficinas ao público, uma de teatro, outra de música e de literatura. 
 
Segundo o presidente da entidade, as oficinas estavam previstas para acontecerem ao longo do ano no Centro Cultural, mas devido ao pouco número de pessoas, foram transferidas para projetos sociais. “Percebemos que o público ainda não criou o hábito de frequentar o Centro Cultural para participar de oficinas, por isso percebemos a necessidade de levar essas oportunidades até as pessoas”, comenta Favari Filho.
 
Nesta primeira oficina, ministrada pela atriz Michelle Dayane, serão apresentados conceitos introdutórios do teatro com exercícios corporais e improvisação, com o intuito de proporcionar uma vivência do que é o teatro.
 
A atividade acontece no projeto Casa da Amizade, que neste sábado (01), atende no espaço do Centro de Voluntariado, localizado na Avenida Visconde do Rio Claro esquina com a Avenida 26.
 
As próximas atividades acontecem na Casa de Saúde Bezerra de Menezes e na Sechiisland, localizada no Jardim São João. Mais informações sobre as atividades podem ser obtidas no website: www.ooaueaio.org.
 
O evento integra o projeto Ó o Auê aí ó que é uma realização do Grupo Auê. A atividade conta com o apoio do Núcleo Audiovisual de Guerrilha F&M, Rede Cidade Livre e prefeitura de Rio Claro. O projeto da turnê cultural é realizado com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura – Programa de Ação Cultural – 2011.
 
Encontro Estudantil
Ainda no sábado (01), o Centro de Voluntariado recebe o I Encontro da Mobilização Estudantil de Rio Claro, que começa às 13 horas, com o objetivo de iniciar os debates e formular novas reivindicações para a educação pública do município. Mais informações sobre o Encontro podem ser obtidas pelo telefone 3597-4139.

PROGRAMAÇÃO DE ENCERRAMENTO Ó O AUÊ AÍ Ó

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PROGRAMAÇÃO DE ENCERRAMENTO Ó O AUÊ AÍ Ó

Dia 14.10.2012
Horário: 14 horas
Local: Centro Cultural Roberto Palmari
Entrada gratuita

Programação:

ARTES VISUAIS – Saguão do Teatro – 14 horas
Exposição Revista Urbana #4, da argentina Gabriela Alonso

ARTES CÊNICAS – Teatro do Centro Cultural – 14 horas*
“Um Conto de Curumins”, Cia Ohana de Teatro
“Eu te Amo”, Cia. Incomodo de Teatro
*chegar com 30 minutos de antecedência

AUDIOVISUAL – Teatro do Centro Cultural – 15h30
Exibição de curtas-metragens brasileiros

LITERATURA – Saguão do Teatro – 16 horas
Recital performático com Overdose Literária e José Roberto Sechi. Microfone aberto.

MÚSICA – Saguão do Teatro – 16h30
Recital de violão clássico, com Welton Nadai
Apresentação de harpa, com Jonathan Faganello

Ônibus gratuito saindo do bairro Terra Nova, em frente ao projeto Toque de Bola, às 13 horas.

Distribuição de pipoca, cachorro quente e suco

Acompanhe a programação em: www.ooaueaio.org

Mais informações: 9816-5684

Organização: Grupo Auê, Sechiisland e Fudidos & Malpagos
Apoio: O projeto da turnê cultural é realizado com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura – Programa de Ação Cultural – 2011.

Grupo Auê encerra atividades do projeto Ó o Auê aí ó com grande evento

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Um conto de Curumins, do Grupo Ohana

Após oito meses de atividades percorrendo dez bairros da periferia de Rio Claro, o Grupo Auê encerra as atividades do projeto Ó o Auê aí ó em um grande evento que deve reunir música, artes visuais, teatro, cinema e literatura no Centro Cultural. As atividades acontecem no dia 14 de outubro, a partir das 14 horas, com entrada gratuita.
O presidente do Grupo Auê, Favari Filho, destaca que o evento marca o encerramento das atividades, entretanto,  em outubro e novembro ainda acontecem oficinas em bairros da cidade e mostras  na Sechiisland. “Este evento marca o final das apresentações nos bairros, a intenção é fazer o caminho inverso, se antes levamos as artes até os bairros, a proposta é trazer o bairro para dentro do Centro Cultural”, diz Favari.
Entre as atrações já confirmadas no setor de teatro estão as peças: Um Conto de Curumins, do Grupo Ohana, Eu te Amo, com a Cia. Incômodo e jogos de improviso com diversos grupos teatrais. Já no setor audiovisual, acontece exibição de curtas-metragens nacionais para todas as idades.
No setor de música, o evento recebe a Banda União dos Artistas Ferroviários para apresentação exclusiva no evento. “Será uma honra ter a Banda executando música clássica em meio a tantas atividades culturais será uma profusão de sentimentos”, destaca Favari.
Para as artes visuais, o local recebe a exposição Revista Urbana #4, organizado pela artista argentina Gabriela Alonso, sob curadoria de José Roberto Sechi. Em literatura, o setor prepara uma apresentação do grupo Overdose Literária, atuando com o simultaneismo e performances poéticas.
“Queremos utilizar todo o espaço do Centro Cultural e promover realmente um Auê, mobilizando tanto a classe artística como a população. Para isso serão disponibilizados ônibus partindo dos  bairros Terra Nova e Jardim Bonsucesso”, comenta Favari.
A entrada para todas as atividades é gratuita. Mais informações sobre o evento, programação completa e postagem de textos literários podem ser feitos pelo site: www.ooaueaio.org.

FAVARI FILHO, PRESIDENTE DO GRUPO AUÊ FALA DAS AÇÕES DO GRUPO E DA EXPECTATIVA DE CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE POLÍTICA CULTURAL EM RC

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Favari Filho
‘SEM O CONSELHO DE POLÍTICA CULTURAL, NOSSA CIDADE PERDE’
“OS ARTISTAS DE RIO CLARO PRECISAM DE MECANISMOS QUE GARANTAM O DIREITO DE FAZER SUA ARTE. O CONSELHO É UM COMEÇO”
O presidente do Grupo Auê, Favari Filho: Ações culturais na periferia são transformadoras. Podemos ver essa transformação em quem participa. E isso é algo muito gratificante
Favari Filho e jornalistas durante o Café JC, na sexta-feira (03)
Marcelo Lapola
Pequenas ações podem se transformar em grandes destinos. O simples ato de apresentar um livro, um filme, um espetáculo a uma criança, pode ser o início de um destino grandioso para a sua alma. Levar a cultura onde mais se precisa, e todos precisam, é um dos atos mais nobres dessa nossa época, em que o bombardeio de imagens sem sentido, em tempos onde o meio é a mensagem. Desde 2009 Favari Filho e os integrantes do Grupo Auê fazem isso de modo apaixonado e de modo transformador.
“A ideia não é levar para a periferia o que a periferia já tem, mas outras manifestações culturais diferentes, sempre de maneira inclusiva”, conta Favari.
Entrevistado da semana do Café JC, Favari conta um pouco sobre os projetos do Grupo Auê e do desafio de fazer esse trabalho de transformar destinos, como aconteceu com ele mesmo. “A biblioteca da esquina me salvou”, afirma o presidente do Grupo Auê. Confira os principais trechos da entrevista:
JORNAL CIDADE – Fale um puco sobre você, sua formação etc.
Favari Filho – Sou formado em letras, mestrando em divulgação científica e cultural pela Unicamp. Trabalho no jornalismo há uns dez anos. Fiz o jornal Beta que foi um dos embriões do Auê. De 2006 a 2008 fizemos com vários volumes com um monte de artistas participando, com arte visual, poesia, contos. algo bem diferenciado que não tinha até então na cidade. Foi algo bem bacana.
JC – Como surgiu o Grupo Auê?
Os integrantes são remanescentes do Beta. Havia uma cena de várias pessoas fazendo várias coisas. Nos unimos para fazer um jornal, e todos pagavam. Até que uma hora por algum motivo não fizemos mais. Aí montamos uma associação, um grupo para buscar outras coisas. Fizemos um grande evento em 2009 com um Sarau Litero-cultural, com ampla participação. Hoje temos 15 pessoas no grupo diretamente.
Temos cinco secretarias, uma para cada arte. Em cada um desses existe uma pessoa que coordena outras subdivisões. Envolve muito mais gente indiretamente. Sou presidente, com mandato de quatro anos.
JC – Os artistas em Rio Claro são unidos?
São mas poderiam ser mais. Tudo envolve interesses. Há pessoas que estão interessada em fundar uma cena cultural na cidade, outros apenas pelo momento. Queremos que tudo continue ao longo do tempo. Mas essa união que temos já está sendo significativa.
JC – Quais principais trabalhos desenvolvidos pelo Grupo Auê?
Tivemos neste ano o primeiro encontro literário LGBT. Temos também o Festival Rock Feminino, a Mostra de Cinema Sem Limites, a Mostra de teatro Fausto Brunini, revista Cineminha, o apoio à Sechiisland e o Ó o Auê aí Ó, com ações que levamos artes aos bairros. Mantemos o acervo Roberto Palmari, de audiovisual. E também temos a biblioteca, com muitos livros, estamos esperando um local na periferia para servir de sede. Tenho um apreço especial por essa futura biblioteca. Costumo dizer que fui salvo pela biblioteca da esquina da minha casa. Enquanto alguns iam jogar bola, eu ia ler os livros. Não existe mais ela no lugar onde era. Era  na esquina da escolinha Victorino Machado.
JC – Rio Claro vive uma boa efervescência cultural. O que falta por parte do Poder Público e da iniciativa privada?
Por parte do Poder Público falta a criação do Conselho Municipal de Política Culltural, para que a gente pudesse desenvolver um trabalho mais autônomo, sem amarras. Da iniciativa privada precisava que as empresas soubessem lidar com essa coisa de patrocinar artistas. É preciso que entendam os mecanismos de isenção fiscal. As empresas não fazem isso por desconhecerem. O artista precisa de apoio para desenvolver o seu melhor. Há muitas manifestações que devem ser vistas com. A arte deve ser inclusiva.
JC – Em Rio Claro há alguns pontos fixos de cultura. Como é levar cultura para a periferia?
O que a gente quer levar é o que a periferia não tem. Estamos tendo uma receptividade boa, ainda um pouco longe do que gostaríamos, mas é um trabalho de uma a um. Se levasse o que já tem seria redundante. É um trabalho de quebrar barreiras. Como nosso projeto é circular, quando a gente volta as pessoas sabem que vão encontrar coisas diferentes. Fazer isso na periferia tem um sentido dobrado para mim. É muito bom.
JC – Como viu a tentativa por parte da Câmara de engavetar o projeto de criação do Conselho Municipal de Política Cultural?
A não criação do conselho vai significar um atraso para a cidade. O projeto não é partidário. A cena formada foi por meio de várias conferências com muitas pessoas. É uma coisa que não tem ligação nenhuma com a política partidária. Atrasa o processo porque os grupos querem viver independente de quem está governando. Vai melhorar para todos que querem fazer arte. As pessoas não vão mais precisar ficar com medo de quatro em quatro anos. Serãp repasses de recursos direto do Conselho Nacional para o Municipal. Sai de Fundo a fundo. a criação do conselho. Não é a saída para todos os problemas, mas é o primeiro passo.
JC – Acha que a manifestação ocorrida na Câmara demonstra que o pessoal ligado aos diversos movimentos culturais é unido?
Acho que foi um exemplo, mesmo não tendo essa intenção. Se tratarmos a cultura como ela precisa ser tratada e a educação, vamos precisar tratar menos da Saúde, da Segurança. O conhecimento traz mais Saúde e mais Educação. Não que seja mais importante, mas a Cultura e a Educação são fundamentais spara melhorar as outras. Espero que muita gente vá às sessões e reivindique. Muitas pessoas estão alhieas. Há pessoas que não sabem que são os vereadores, nem para que serve uma Câmara municipal.
JC – Os movimentos culturais em Rio Claro sentem-se representados na prefeitura ou na Câmara?
Vou dizer pelo Grupo Auê. Sempre que precisamos de espaços temos o apoio da administração. E sempre que fazemso eventos alguns vereadores comeparecem. Então nesse aspecto temos sim representatividade. E a relação com a prefeitura é boa sim. Nunca houve empecilho.
JC – Como avalia o fato de que muta gente deixa de consumir o que é produzido aqui e vai para fora?
Tem o ditado de que santo de casa não faz milagre. Veja o Sechi, por exemplo. Há revistas japonesas que citam ele. Ele é uma referência, faz algo na casa dele que é fantástico. Ele construiu uma galeria na casa dele para receber as pessoas. Vem gente do mundo inteiro aí. Não tem reconhecimento do povo da cidade como deveria.
Me lembro, antes de conhecê-lo. eu liguei para ele com a ideia de fazer um jornal. Na hora ele me convidou para ir na casa dele. para mim foi um sonho na época. Aí ficamos amigos, um cara com muito conteúdo. Isso não é só aqui. Ocorre em várias outras cidades.

 

Designer rio-clarense tem exposição fotográfica na Sechiisland

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Varlei Janei traz experimentações para a microgaleria no Jardim São João
O designer rio-clarense Varlei Janei tem pela primeira vez seu trabalho exposto em sua cidade natal. Intitulada “Experimentações Fotográficas”, a exposição tem abertura neste domingo (05), às 18 horas, e continua disponível até dia 26 de agosto, no espaço da galeria Sechiisland, localizada na Avenida M-29, 2183, Jardim São João.
A exposição, que tem curadoria de Renê Mainardi e José Roberto Sechi, traz estudos fotográficos que vão do fotograma ao light painting. De acordo com Sechi, são retratos, paisagens e texturas com fortes influências do construtivismo.
Estudante do sexto semestre do curso de Design na Universidade Federal do Paraná,  Varlei iniciou o contato com as artes através da dramaturgia. “Através dessa via, uma brecha de nada, o mundo artístico me transbordou inteiro, ele com suas inúmeras possibilidades”, relata o artista.
O trabalho de Varlei ficou conhecido após a cenografia feita para a peça “Homem do Banco Branco e a Amoreira” e também por seus trabalhos gráficos como a diagramação da Revista Cineminha, considerada a quinta melhor publicação independente do país.
O artista também foi responsável pela fotografia e design da comunicação visual do Encontro Literário LGBT e de outros eventos rio-clarenses como Mostra de Cinema Sem Limites e Mostra de Teatro Fausto Brunini.
A exposição tem entrada gratuita e o agendamento pode ser feito através do telefone (19) 3524-9629.
O evento integra o projeto Ó o Auê aí ó que é uma realização do Grupo Auê. A atividade conta com o apoio do Núcleo Audiovisual de Guerrilha F&M, Rede Cidade Livre e prefeitura de Rio Claro. O projeto da turnê cultural é realizado com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura – Programa de Ação Cultural – 2011.

Terra Nova recebe apresentação teatral neste domingo

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Neste domingo (28), a partir das 14 horas, o bairro Terra Nova recebe atividades culturais gratuitas no espaço do projeto Toque de Bola, localizado na Avenida 4, 1025. Haverá exibição de filmes e apresentações teatrais.
As atividades fazem parte do projeto Ó o Auê aí ó, desenvolvido pelo Grupo Auê, que leva música, cinema, teatro, artes visuais e literatura para os bairros periféricos da cidade desde março deste ano.
Nesta atividade, serão exibidos curtas-metragens voltados ao público infantil e com pouca difusão entre o grande público. E também apresentação teatral com as atrizes Michelle Dayane e Anelisa Ferraz, que farão contação de histórias.
As atrizes se reuniram para concretizar um projeto de contação de histórias denominado “Faz-de-Conta”. Duas palhaças vindo de uma longa viagem procuram o mundo do “faz de conta” e nessa jornada ouviram de sábios, várias histórias que por tradição repassam para novos amigos. Através destes, o público é convidado a ver uma paisagem de um mundo lúdico e engraçado.
“Percebemos que as crianças são muito receptivas nas apresentações teatrais e esse clima Lúdico, proposta pela contação de história traz uma experiência única que encanta os pequenos”, comenta Michelle.
Além da apresentação teatral, haverá exibição de curtas-metragens infantis com a proposta de enfatizar a produção nacional, visualizando a construção de novos espectadores para as produções contemporâneas.
O evento com entrada gratuita integra o projeto Ó o Auê aí ó que é uma realização do Grupo Auê. A atividade conta com o apoio do Núcleo Audiovisual de Guerrilha F&M, Rede Cidade Livre e prefeitura municipal de Rio Claro. O projeto da turnê cultural é realizado com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura – Programa de Ação Cultural – 2011.

Terra Nova recebe sessão de cinema neste domingo

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Neste domingo (28), a partir das 14 horas, o bairro Terra Nova recebe atividades culturais gratuitas no espaço do projeto Toque de Bola, localizado na Avenida 4, 1025. Haverá exibição de filmes e apresentações teatrais.
As atividades fazem parte do projeto Ó o Auê aí ó, desenvolvido pelo Grupo Auê, que leva música, cinema, teatro, artes visuais e literatura para os bairros periféricos da cidade desde março deste ano.
Nesta atividade, serão exibidos curtas-metragens voltados ao público infantil e com pouca difusão entre o grande público. O objetivo é apresentar novas formas de produção cinematográfica, como os curtas-metragens, que possuem características peculiares em relação aos longas exibidos na televisão.
“Para esta exibição estamos focando no público infantil, pois percebemos que este é o público mais assíduo nas atividades e o que mais se envolve”, relata o secretário de audiovisual do Grupo Auê Lourenço Favari.
Além de enfatizar a produção nacional, os filmes tem por finalidade a formação de público, principalmente os mais jovens, visualizando a construção de novos espectadores para as produções contemporâneas.
A atividade marca também o lançamento da terceira edição da Revista Cineminha, considerada a quinta melhor revista independente do Brasil pelo prêmio Dynamite, editada pelo Núcleo de Guerrilho F&M com apoio do Grupo Auê.
As exibições, que estão sendo realizadas durante o ano todo no evento Ó o Auê aí ó, são uma extensão do Circuito de Exibição Roberto Palmari, projeto que o Grupo Auê desenvolve desde 2010 com a finalidade de propor o hábito para os cidadãos de assistirem filmes e refletirem sobre os temas apresentados.
O evento com entrada gratuita integra o projeto Ó o Auê aí ó que é uma realização do Grupo Auê. A atividade conta com o apoio do Núcleo Audiovisual de Guerrilha F&M, Rede Cidade Livre e prefeitura municipal de Rio Claro. O projeto da turnê cultural é realizado com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura – Programa de Ação Cultural – 2011.